Aleatório
Xícaras na mesa
Girassóis girando o vento
Durmo tranqüilo e longe daqui
Leve alento.
Vejo uma estrela que
nunca mais será vista
Te vejo dormir. Por que dormes?
Não desista.
Por que as luzes piscam
quando esta muito frio?
Sinto frio por onde ando
Ando só, sozinho.
Gosto do cheiro
da cor do sabor
vejo o som da
luz do calor
o cheiro é o sabor
do amor colorido
No frasco de perfume
Se entorpece o cupido
Tão perto daqui você
espera o dia acabar
só que se fosse o mundo
começaria a chorar
O café esta pronto
na verdade hoje estive meio tonto
o vento leva tudo que invento
eu tento sinto sento e tento
Onde o vento faz a curva?
Seria “uveira” o pé de uva?
Porque a referencia do tombo é a luva?
Qual será o gosto da chuva?
O dia vai devagar
O sol vai
A lua chega
E assim será sem cessar
Claro e escuro
Nossos tijolos no muro.
A bicicleta anda em linha reta
Desvia da kombi e a kombi “dá seta”
Vira a direita.
Cumprimento uma pessoa discreta
Por um instante esqueço a meta.
Todos os dias esquerda , direita, direita
E linha reta
Um sentido aleatório me desperta!


testando
sem palavras pois estas não descrevem o que eu sinto ao ler algo que de fato me surpreendeu que me instigou e me deixou assim pensando ……….
“na verdade hoje estive meio tonto/o vento leva tudo que invento” é realmente uma figura lindissíma.
É uma honra estar neste espaço que é teu. É uma honra estar com você que está sempre tão presente na minha vida.
Te carrego comigo em todos os lugares, amigo.